Previsão para a terceira semana de março de 2010

Na semana futura as notícias americanas terão como sempre a maior importância.

 

Particularmente o Federal Reserve vai anunciar sua taxa de juros principal, serão também publicados os números de inflação, manufatura e as compras das obrigações americanas pelos investidores estrangeiros. Apesar de abundância de informação, de acordo com economistas, não haverá nenhum indicador a marcar tendência positiva: os índices produtivos prometem depreciação, quanto às taxas de juros, serão conservados, os ritmos de crescimento de preços deveriam desacelerar. Pois, é pouco provável que no contexto negativo de expetativas bolsistas a moeda americana obtenha algum apoio considerável. Portanto, caso números atuais se tornem positivos e o ex-presidente do Fed Alan Greenspan eslareça algum progresso na economia nacional, o dólar terá oportunidade para reforçar.

 

Em outras regiões merecem atenção a estatística do Instituto alemão ZEW, dados de mercado de trabalho e de inflação na zona do Euro, protocolos de últimas reuniões dos bancos centrais da Austrália e da Inglaterra, números de emprego e de agregado monetário britânicos, as vendas a varejo e a inflação do Canadá.

 

No que se refere a faixas de negociação, o euro/dólar permanece acima de 1,3500. Até o final da semana o par tentará vencer a altura de 1,37. Caso se fixe lá, poderia se dirigir para 1,40.

 

O nível de 1,49 manter-se-á o suporte para o libra/dólar, enquanto a marca de 1,51 continua obstaculizando o caminho para cima, a 1,5300. Pois, se for rompido o último, o alvo seguinte será 1,5500.

 

A ascensão do dólar/franco está como sempre limitada por 1,0800, a resistência que continua atual mesmo na semana que vem. Caso o dólar prossiga pressionado, o par pode descer para 1,0600.

 

Nesta semana o dólar/iene tem como objetivo de atingir 91,00 com o suporte de 89,50. Esses níveis vão permanecer atuais mesmo na semana futura, portanto, será mais provável a depreciação até 89,00.

 

Até o final da semana corrente a disposição das forças pode mudar devido às vendas a varejo, balança comercial, a confiança ao consumidor e os estoques comerciais nos EUA e também o relatório do Banco da Inglaterra sobre a inflação. Vale prestar atenção ao anúncio da taxa de juros principal na Suíça.