Previsão para semana que vem
É provável que a semana futura seja a mais rica em setembro de ponto de vista de notícias econômicas. Sem dúvida as mais esperadas serão os dados do mercado de trabalho nos EUA, em particular, a Massa Salarial Não Agrícola. Segundo números provisórios, como no mês anterior, o indicador pretende mostrar a dinâmica negativa, causando mais e mais preocupações. No fundo de melhoria moderana na maioria das indústrias americanas, o mercado de trabalho e o de habitação continuam decepcionando os investidores. A taxa de desemprego está próxima de 10%, dificultando a situação dos contribuintes americanos, uma vez que mantem crescendo o número de necessitados de auxílio-desemprego. Entre outras notícias destacamos o protocolo da última reunião da FOMC, índice manufatureiro Fed-Dallas, dados de mercado imobiliário já mencionados e o índices ISM Manufacturing e Chcago PMI.
Na Europa merecem atenção o anúncio da taxa básica de juros e a coletiva de imprensa do presidente do BCE Trichet. Ademais assinalamos as vendas a varejo, preços do produtor, taxa de desemprego e o PIB. Além da UE, o produto interno produto será divulgado na Suíça, Canadá e Austrália.
No que se refere a níveis técnicos, supomos que antes de sexta-feira os pares principais vão oscilando sem vibrações. O euro será negociada entre 1,26 e 1,29, mas caso se confirme a previsão negativa da Massa Salarail Não Agrícola americana, pode ultrapassar a marca supeior. A libra pretende continuar sua oscilação entre 1,5300 e 1,5700. O iene tentará bater mais um recorde e superar o patamar 83,00 contra o dólar. Mas a iniciativa pode ser entravada com uma intervenção monetárias por parte das autoridades japonesas. Afinal, o franco, o mais estável entre as moedas principais, vai ficar no canal de 1,0200-1,0400.